Matéria escrita por Bruno Thadeu para o site Pelé.net

J. Hawilla o " Todo Poderoso" da Traffic
Matéria escrita por Bruno Thadeu para o site Pelé.net

J. Hawilla o " Todo Poderoso" da Traffic

Souza é mais um a deixar a Gávea
Matéria escrita por Rodrigo Meneses para o site Pelé.net



Matéria escrita por Carlos Padeiro para o site Pelé.net
bol ucraniano, defendendo o Shakhtar Donetsk, Ilsinho foi esquecido pela seleção brasileira. Entretanto, naquela que pode ser considerada a convocação mais importante da 'era Dunga' até o momento, o ex-jogador do São Paulo voltou a ser lembrado e estará em Pequim para disputar o Jogos Olímpicos em agosto.Por Brenno Costa
um grande jogador holandês que leva o “Van” no nome, porém tem a capacidade incrível de fazer gols como Van Nilsterooy e já ganhou a admiração do craque Van Basten, que será seu treinador no Ajax nesta temporada. Isso também não é para menos. Klaas Jan Huntelaar, de 24 anos, tem uma média de gols que o coloca alguns degraus acima dos “atacantes comuns”. Em 82 jogos com a camisa do Ajax, por exemplo, “O Caçador” (The Hunter) balançou as redes em 70 ocasiões, o que resulta em uma média de 0,85 gols por partida. Além disso, ficou em terceiro lugar na corrida pela chuteira de ouro da temporada passada com 33 gols. As marcas impressionantes não terminam. Pela seleção da Holanda, são sete tentos em 12 jogos e mais de cem gols em menos 140 partidas na Eredivisie, vários deles de bicicleta (vídeo). 
Matéria escrita por Rodrigo Meneses publicada no Pelé.net
Por Fernando Barros
“Não sei se foi a maior tristeza porque ele estava muito decepcionado com muita coisa que aconteceu esse ano. Se eu falar que não vou ficou triste, vou estar mentindo. Mas que ele contribuiu muito com o Vasco, contribuiu. As pessoas podem até dizer que foi da forma errada, mas ele ajudou”. Foi com essas palavras que Álvaro Miranda, filho de Eurico Miranda (ex-presidente do Vasco), respondeu ao ser perguntado sobre as decepções que seu pai sofrera nesse ano, pouco após perder a eleição para presidente do Vasco para o ex-ídolo cruzmaltino Roberto Dinamite.
O que mais impressiona não é a declaração em si, mas sim o trecho no qual Álvaro diz que seu pai ajudou o Vasco não da forma mais correta, mas que fez de coração. Ora, que tipo de pensamento limitado é esse? Parece mais com os defensores de políticos da estirpe de Paulo Maluf e Antônio Carlos Magalhães que diziam: ele rouba, mas faz. É justamente esse tipo de pensamento que atrasa o nosso futebol. Não importa quais medidas forem tomadas, o importante é fazer seu clube ganhar, mesmo que de forma inescrupulosa, e fazer seu nome crescer politicamente, contanto que seja feito ‘de coração’.
O Vasco parece ter se livrado do seu maior mal, ainda que não por completo, pois Eurico ainda possui prestígio junto a alguns poderosos do clube, porém, Roberto terá muito trabalho para se livrar de toda a escória que ainda permanece no clube. O pior legado que Eurico deixou no clube não foi a sua má administração ou as sombras da corrupção, mas sim, a instauração desse pensamento incorreto, desonesto e imoral que ainda deve permanecer por um longo tempo na cabeça de seus seguidores.
Por Fernando Barros
Nessa semana o Arsenal, anunciou a compra do francês Samir Nasri, que que assumia o posto de ídolo do Olympique de Marselha, principalmente após a saída de Ribéry para o Bayern de Munique. No entanto, o que mais chamou a atenção nessa notícia não foi a aquisição de mais uma das maiores promessas do futebol francês ou a quantia que envolveu a transferência (20 milhões de euros, cerca de R$ 50 milhões), mas sim, da insistente política do Arsenal em trazer jogadores jovens e de pouca “rodagem”.
O ‘novo Zidane’, alardearam os mais entusiastas. Não é pra tanto, o gênio francês possuía um futebol que está a anos-luz do que, até então, apresentou o jovem meia. Mas tudo bem, quando a imprensa quer satisfazer uma torcida, consegue plantar as notícias mais fantasiosas. O grande problema é que, mesmo que apresentasse características semelhantes ao ex-craque marselhês, o atleta tem apenas 20 anos. Não, o problema não é a idade especificamente de Nasri, todos querem contratar bons jogadores jovens, o problema é que o Arsenal abusa disso.
Nos últimos anos, essa cena foi mais que corriqueira: a cada Rosicky (jogador experiente) que o Arsenal contratava, vinham três Fàbregas (jovem promessa). Que Arsene Wenger é um ótimo técnico, ninguém duvida, e que ele é ótimo trabalhando com jogadores jovens, também. Mas, com tantos jovens no elenco e pouca “bagagem”, o time fica sempre marcado como aquele que ‘ia chegar lá’. Faz um bom tempo que o Arsenal não levanta o troféu da Premier League (o último foi na temporada 2003/04), e talvez, seja a falta de experiência que esteja faltando para que as promessas amadureçam mais rápido e que essa política de contratações se reverta em bons resultados.
No último Campeonato Inglês, por exemplo, os ‘Gunners’ lideraram por boa parte do tempo, porém, era consenso dentro da imprensa especializada que faltava ‘chegada’ ao time. Na hora do aperto, a quem os jovens iam recorrer. Ao inexpressivo Hleb (que se encontra em negociações como Barcelona)? Ao inconstante Rosicky? Isso só pra citar os pouquíssimos exemplos de jogadores experientes no clube.
Talvez seja a hora do técnico francês olhar para seu passado recente e perceber que quando o clube londrino apostou em jogadores mais experientes (não necessariamente com mais de 32 anos), o clube viveu o melhor período de sua história, passando mais de um ano invicto na Inglaterra e sendo apelidado de ‘Os Invencíveis’. Talvez seja melhor torrar os milhões de euros gastos nas contratações de Nasri, Walcott e Van Persie em atletas que já possuam uma carreira estável. Foi assim quando o clube apostou em Bergkamp, Wiltord e Pires e viveu seus ‘anos dourados’. Talvez não sejam os jovens que precisam ‘crescer’, mas sim a direção, que ainda não percebeu que só trazer promessas,vão conquistar muitos títulos. O longo prazo do Arsenal é extremamente longo, e a torcida já deve ficar impaciente.
O Náutico continuará neste ritmo até o final do Brasileirão?

Só pode ser loucura o que pensaram os dirigentes do Zenit. Tanto dinheiro inserido pela Gazprom (empresa que ‘investe’ no clube de São Petersburgo), deve ter levado à insanidade os cartolas do time russo. Primeiro, Messi é um jogador inegociável (e o Barcelona não o tirou da Argentina com apenas 12 anos, levou sua família e custeou seu tratamento hormonal para entregá-lo de mão beijada aos zilionários russos). Segundo, até parece que o jovem, um dos melhores jogadores do mundo, vai trocar um clube competitivo, e que é uma ótima vitrine ,para se mudar o ascendente Zenit. Terceiro, nem Arshavin e nem esse dinheiro pagariam a transferência do argentino. Além do fato de que ele só tem 21 anos, enquanto o russo já tem 27.
Das duas uma: ou os empresários russos querem valorizar o atleta do Zenit, principalmente após sua ótimas atuações na Euro ’08, ou realmente estão levando isso a sério e sonham que será possível a conclusão dessa transferência. Parece mais uma piada de mau gosto...
Por Fernando Barros
Vez por outra, a imprensa futebolística do Brasil, parece sofrer de falta de assunto. Não é por acaso que ela fica procurando as mias esdrúxulas polêmicas. Pois bem, a polêmica da vez agora é a questão da ‘paradinha’ nas cobranças de pênaltis. Tudo isso porque três gols, na rodada desse final de semana do Brasileirão, saíram dessa maneira.
Não é mais surpreendente ver noticiários esportivos, ou sites e jornais especializados que se preocupam em debater sobre o assunto, como se o mesmo fosse de uma importância fora do comum. Goleiros, artilheiros, juízes, técnicos e até craques do passado estão sendo chamados para dar sua abordagem sobre o tema.
“Essa paradinha que está sendo usada, até mesmo eu já bati um pênalti assim este ano, ela não pode ser usada. Pode diminuir a velocidade, parar um pouco antes, mas a partir do momento que chega à bola não pode parar, tem de efetuar a cobrança”, protestou o ‘reclamão’ de sempre Rogério Ceni. “É tudo contra o goleiro. O goleiro não pode se mexer e o jogador de linha pode fazer paradinha. Seria melhor dar o gol direto então. Falta na área é gol”, exaltou-se o goleiro Clêmer, do Internacional.
O palmeirense Alex Mineiro tornou-se um dos principais personagens na polêmica da "paradinha"
“Eu acho uma coisa bacana. O legal é que a regra permite. É algo diferente daquele negócio de correr para a bola e dar uma porrada. Isso ajuda no espetáculo, é algo bonito”, foi o que disse Muricy Ramalho, técnico do São Paulo. Já o comentarista Renato Marsiglia, discorda: “Em meu juízo, isso prejudica o espírito do fair-play e se transforma em uma covardia contra o goleiro. Tem jogador que chega do lado da bola e finca o pé no chão fingindo que vai bater, mas pára. É diferente do cara que dá a paradinha durante a corrida. Acredito que tem que ser estabelecido um critério para isso”, afirmou Renato.
Apesar de todos os absurdos que são ditos nessa discussão, todos parecem esquecer que a penalidade máxima trata-se de uma infração e, portanto, é mais do que aceitável que o batedor esteja em vantagem. Se fossem diminuídas as opções de cobrança de pênaltis, tirariam não só uma das ‘artimanhas’, como também beneficiaria os infratores, afinal, a falta foi cometida, dentro da área, para que fosse evitada uma jogada que pudesse resultar em gol. Ou seja, o cobrador deve ter todos os privilégios possíveis.
A principal questão da revolta, não são as diferentes opiniões, mas a falta de atenção que é dedicada aos critérios na marcação dos pênaltis. Pois os juízes brasileiros sofrem de um mal que não parece ter fim: caiu na área é pênalti. A discussão sobre a simulação ou não é muito mais pertinente do que discutir os recursos dos batedores. O problema é que, aqui no Brasil, estamos cansados de ver inúmeros artilheiros que se consagram apenas batendo pênaltis.