Por Brenno Costa
Quem vê José Roberto Wright como comentarista de arbitragem da Rede Globo pensa que ele ocupa o cargo por ter sido "simplesmente" um grande árbitro. Isso pode até ser verdade. Só que, além disso, ele teve a "inteligência" de aceitar um pedido da emissora carioca.
Para quem não se lembra, em 1982, o ex-juíz entrou em campo na final da Taça Guanabara entre Flamengo e Vasco com algo a mais do que o apito, como é observado na reportagem da Globo. Wright utilizou um microfone para que as conversas no campo fossem flagradas sem que os jogadores imaginassem isso.
Ele ainda teve a capacidade de dizer que nunca falou um palavrão para os jogadores!
Mas para assinar um bom contrato com a Globo, o que algumas pessoas não são capazes de fazer?
Confira o vídeo.

Um comentário:
É uma tramóia miseravel. Pior que, em uma reportagem 5 anos atras, os jogadores disseram que o bendito juiz tava completamente diferente do que ele realmente era em campo... Só que ele diz que nao, diz que sempre apitou daquele. OK NÓS ACREDITAMOS.
Pelo menos uma coisa boa (que só aconteceu por conta do microfone), ele não "tendeu" pra nenhum dos dois times, nem demontrou, como muitos juizes de hoje em dia fazem, grosseirias com um time e passividade com outro, foi grosso com os dois, ou seja descobrimos a solução tendência da arbitragem.
obs.: Só a tendência, porque o roubo, pelo que vivemos hoje, jamais será resolvido.
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