Matéria escrita por Victorino Netto para o site Guia Assis
A maior polêmica do futebol nacional nos últimos dias é o caso envolvendo a partida Toledo e Marcílio Dias pela Série C do Campeonato Brasileiro. O jogo que terminou empatado em 0x0 gerou grandes controvérsias após o volante Rafinha (do Toledo) ter confirmado para uma emissora de rádio que as equipes se acomodaram com o empate, já que o resultado classificava ambos os times:
“Olha, eu acho que, para a torcida, o que aconteceu não é bonito, mas a gente sabe que, se a gente não faz isso, acontece o contrário, e eles iam fazer isso com a gente... Então, a gente tem de fazer isso daí”, declarou o jogador, que ainda foi além: “Eu acho que é feio, mas tem de pensar no nosso futuro, é na competição agora mais pra frente aí. Acho que é do futebol. Se a gente não faz isso, eles iam fazer com a gente. Mas acontece, acho que é bola pra frente. E a gente é primeiro do grupo. E é coisa do futebol que vai acontecer sempre, não é a primeira vez nem a última vez que vai acontecer. Acho que é o grupo, né, todos nós jogadores. Conversamos aí com os jogadores do Marcílio, entre a gente. A gente sabia que a gente ia classificar. Acho que, como eu disse, não tem nem o que falar. É feio, mas tem que pensar no nosso futuro, na seqüência da competição. Se a gente perde o jogo, a gente tá fora. E daí tem pai de família aqui dentro que tem família pra cuidar e, acho que é isso daí. A gente tem que pensar no nosso futuro”.
Em caso de vitória de alguma das agremiações, o derrotado seria eliminado, o que revoltou as equipes do Inter de Santa Maria (RS) e Engenheiro Beltrão (PR) que também brigavam pela vaga e agora esperam do STJD uma punição para os envolvidos. Rafinha está proibido de falar com a imprensa, além de estar ameaçado de ser banido do futebol. Para o técnico do Toledo, Leandro Campos, que isentou o atleta da culpa, a responsabilidade é dos repórteres locais que cobriam o jogo no último domingo: “É um excelente atleta, um excelente garoto, que por ser jovem e inexperiente, falou de situações que não se expõem assim, e que não foram verdadeiras. Um repórter tendencioso induziu ele a falar aquelas coisas, e criou um problema seríssimo para o clube e para todos os profissionais que aqui trabalham, que primam pela honestidade. O Rafinha foi inocente, quem viu o jogo sabe que a partida foi muito disputada, ninguém combinou nada”, assegurou o treinador.
Apesar das declarações do atleta, em nenhum momento o jogador assume claramente que ambas as equipes tenham arranjado o resultado. Embora se subentenda isso!!! O fato é que historicamente o futebol já assistiu casos como esse inúmeras vezes, inclusive em Copas do Mundo e nem por isso alguma coisa foi feita...
No mundial de 1974, a Alemanha Ocidental (sede do torneio e já classificada) entregou o ouro na última rodada p/ Alemanha Oriental... Com isso ficou em segundo lugar do grupo, fugindo de Brasil, Argentina e Holanda na fase seguinte p/ enfrentar Polônia, Suécia e Iugoslávia... Além de dar uma forcinha p/ os compatriotas orientais!!! Quatro anos depois, em 78, aconteceu a histórica entregada do Peru contra a Argentina, que até hoje permanece obscura e que rendeu ao Brasil o título de “campão moral”. Em 82, a Áustria (já classificada) facilitou o jogo para os compatriotas da Alemanha Ocidental (que disputava a vaga com a Argélia) na última rodada da 1ª fase... Com isso fugiu de um grupo com as potências Inglaterra e Espanha para enfrentar uma mais simples, com França e Irlanda do Norte... Porém, os austríacos acabaram se dando mal, já que foram eliminados pela França enquanto os alemães chegariam a final!!!
Ainda na década de 80, explodiu na Itália o escândalo da loteria esportiva, envolvendo clubes, atletas e dirigentes na fabricação de resultados. Na década de 90, esse fenômeno voltaria a ocorrer novamente no país, assim como na Inglaterra, Alemanha e Portugal. No Brasil, em 2005, explodiu o caso “Edílson Pereira da Silva”, que puniu o árbitro (no Brasil sempre é preciso um bode expiatório), mas não investigou outros envolvidos. Naquele ano, o polêmico jogo que decidiu o campeonato brasileiro envolvendo Corinthians e Inter teve direito a pênalti não marcado para os gaúchos, a conseqüente e injusta expulsão do Tinga, além de gravações polêmicas de escutas telefônicas envolvendo do ex-presidente alvinegro, Alberto Dualib. Mas nem por isso alguma coisa foi feita. Aliás, alguém aí se lembrava de algum desses episódios?
No Campeonato Paulista da Série A2 deste ano, Mogi Mirim e Oeste se envolveram em uma polêmica parecida pelo quadrangular final da competição. Um empate bastava para as duas equipes conseguirem o acesso e por isso os dois times seguraram o placar até o apito final. O resultado prejudicou o São Bento e o Atlético, ambos de Sorocaba, que também lutavam pelo acesso. Porém, foi relatado na súmula da partida que os treinadores orientaram seus atletas a segurar o resultado, o que levou o caso a julgamento. Porém, o Tribunal da Federação Paulista de Futebol determinou que fosse disputada uma nova partida, desta vez vencida pelo Oeste. Mas o placar não alterou o resultado final e as duas equipes subiram para a elite paulista.
Que o leitor não pense que concordo com esse tipo de atitude. Pelo contrário. Apenas acho que isso é um fato do futebol, propagado pela imprensa esportiva (que alega fazer seu papel). Ainda mais em se tratando da obscura Série C, dos pequenos Toledo e Marcílio Dias, do insignificante Rafinha... Ninguém liga se a terceira divisão está parada, se as equipes serão eliminadas, se o atleta será banido... Mas e se fosse com seu time?
É muito mais fácil fazer notícia em cima disso (justificando estar trabalhando) do que investigar a influência da loteria esportiva ou dos apostadores no futebol atual... Do capitalismo no esporte... Mas isso ninguém quer fazer!!!
E é por isso que me pergunto: Do que adianta fazer tanto barulho (leia-se sensacionalismo), se tudo vai acabar em pizza?!?!
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
O bom e velho "jogo de comadres"
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Enquete Blogando Bola
Qual o futuro do Santa Cruz?
Sobe para a série B- 26%
Continua na Série C- 12%
Desce para a Série D- 72%
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Empresários buscam alianças para driblar 'império' Traffic/DIS
Matéria escrita por Bruno Thadeu para o site Pelé.net

J. Hawilla o " Todo Poderoso" da Traffic
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Não vai ser campeão

Souza é mais um a deixar a Gávea
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Ídolo da década de 90 é a esperança de gols do Bahia
Matéria escrita por Rodrigo Meneses para o site Pelé.net

O Fenômeno Grêmio

Vi 12 dos 14 jogos do Grêmio, vou me arriscar a tentar decifrar o enigma tricolor. Não é simples, vale lembrar que o Grêmio carrega o trauma de um primeiro quadrimestre desastroso. Estava bem no Gauchão e, numa bela tarde, caiu para o Juventude no Estádio Olímpico. Na Copa do Brasil, outro vexame caseiro, eliminação para o Atlético-GO. Era para ter caído o técnico Celso Roth, e ele sobreviveu.
Das cinzas, o time foi remontado sob o esquema de três zagueiros. Eis o cimento gremista, o início de tudo. Uma zaga sólida formada por Léo, Pereira e Réver. Eficiente na defesa e decisiva quando ia para a área adversária. Pereirão, remanescente da Batalha dos Aflitos em 2005, é um desastre com os pés. Chegou a ser constrangedor no Grenal do 1 x 1 perceber que o time colorado marcava todos os jogadores gremistas, menos Pereira. Valia a pena deixá-lo com a bola... Pelo alto, porém, Pereira está entre os melhores cabeceadores do Brasil. Léo é fraco por cima, excelente por baixo. Réver não compromete. Essa zaga, com a ajuda decisiva do goleiro Victor, líder da Bola de Ouro, assegurou a defesa menos vazada do campeonato.
Ter uma defesa forte que toma pouquíssimos gols (11, apenas) e que ainda vai ao ataque marcar gols explica algumas vitórias tricolores. Mas a explicação fica pela metade. O Grêmio viveu nas primeiras dez partidas do talento de Roger e da impressionante capacidade do meia na cavação de faltas, pênaltis e cartões para os adversários. Quando Roger se foi para o mundo árabe, parecia que o Grêmio iria desmoronar.
Pois não foi o que aconteceu, o time ficou melhor. Primeiro, porque Roger, ao sair intempestivamente do clube na véspera do jogo contra o Botafogo, enfureceu a diretoria e desagradou os companheiros. O herói virou vilão, o laço emocional com o principal jogador estava desfeito. Segundo, porque a saída de Roger coincidiu com a chegada do organizador do meio-campo Tcheco e com a volta do contundido William Magrão, que desbancou o experiente volante Eduardo Costa. Tcheco e Magrão botaram a bola no chão, algo novo em um time que sobrevivia das cabeçadas dos zagueiros e do centroavante grandalhão Marcel.
Nas últimas partidas, o ala-esquerdo Anderson Pico entrou no time no lugar do limitado Helder. Não que Pico seja craque, pois não é mesmo. Mas o veloz ambi-destro gosta também de jogar com a bola no chão. Com ele, duas vitórias importantes, Cruzeiro em casa e a goleada contra o Figueirense fora.
Por fim, dois mistérios, Perea e Paulo Sérgio. Como explicar esses dois jogadores? Perea é capaz de errar todos os lances em uma partida e acertar todos na outra, como nos 7 x 1 de Florianópolis. O lateral Paulo Sérgio tem uma boa bola parada e uma vontade comovente de ajudar o time. E só. Não possui recursos técnicos, mas, de vez em quando, é como se escutasse uma voz dizendo "você é craque". Paulo Sérgio acredita na voz e faz partidas surpreendentes.
Esse Grêmio mambembe lidera o campeonato. Celso Roth tem grande participação no resultado. Faz champanhe com uvas ordinárias. Aí está a preocupacão da torcida. Roth tem um histórico de grandes arrancadas e finais melancólicos. Como se envenenasse com o próprio sucesso. Precisa contrariar a própria história para conseguir o feito de fazer o Grêmio passar a perna em elencos melhores do que o seu.
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terça-feira, 22 de julho de 2008
Surpreso com Dunga, Ilsinho vê seleção "com bagagem" em Pequim
Matéria escrita por Carlos Padeiro para o site Pelé.net
bol ucraniano, defendendo o Shakhtar Donetsk, Ilsinho foi esquecido pela seleção brasileira. Entretanto, naquela que pode ser considerada a convocação mais importante da 'era Dunga' até o momento, o ex-jogador do São Paulo voltou a ser lembrado e estará em Pequim para disputar o Jogos Olímpicos em agosto.quinta-feira, 17 de julho de 2008
The Hunter
Por Brenno Costa
um grande jogador holandês que leva o “Van” no nome, porém tem a capacidade incrível de fazer gols como Van Nilsterooy e já ganhou a admiração do craque Van Basten, que será seu treinador no Ajax nesta temporada. Isso também não é para menos. Klaas Jan Huntelaar, de 24 anos, tem uma média de gols que o coloca alguns degraus acima dos “atacantes comuns”. Em 82 jogos com a camisa do Ajax, por exemplo, “O Caçador” (The Hunter) balançou as redes em 70 ocasiões, o que resulta em uma média de 0,85 gols por partida. Além disso, ficou em terceiro lugar na corrida pela chuteira de ouro da temporada passada com 33 gols. As marcas impressionantes não terminam. Pela seleção da Holanda, são sete tentos em 12 jogos e mais de cem gols em menos 140 partidas na Eredivisie, vários deles de bicicleta (vídeo). Enquete Blogando Bola
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segunda-feira, 14 de julho de 2008
Doping financeiro é arma do Vitória para chegar à Libertadores
Matéria escrita por Rodrigo Meneses publicada no Pelé.net
domingo, 13 de julho de 2008
Deprimente legado
Por Fernando Barros
“Não sei se foi a maior tristeza porque ele estava muito decepcionado com muita coisa que aconteceu esse ano. Se eu falar que não vou ficou triste, vou estar mentindo. Mas que ele contribuiu muito com o Vasco, contribuiu. As pessoas podem até dizer que foi da forma errada, mas ele ajudou”. Foi com essas palavras que Álvaro Miranda, filho de Eurico Miranda (ex-presidente do Vasco), respondeu ao ser perguntado sobre as decepções que seu pai sofrera nesse ano, pouco após perder a eleição para presidente do Vasco para o ex-ídolo cruzmaltino Roberto Dinamite.
O que mais impressiona não é a declaração em si, mas sim o trecho no qual Álvaro diz que seu pai ajudou o Vasco não da forma mais correta, mas que fez de coração. Ora, que tipo de pensamento limitado é esse? Parece mais com os defensores de políticos da estirpe de Paulo Maluf e Antônio Carlos Magalhães que diziam: ele rouba, mas faz. É justamente esse tipo de pensamento que atrasa o nosso futebol. Não importa quais medidas forem tomadas, o importante é fazer seu clube ganhar, mesmo que de forma inescrupulosa, e fazer seu nome crescer politicamente, contanto que seja feito ‘de coração’.
O Vasco parece ter se livrado do seu maior mal, ainda que não por completo, pois Eurico ainda possui prestígio junto a alguns poderosos do clube, porém, Roberto terá muito trabalho para se livrar de toda a escória que ainda permanece no clube. O pior legado que Eurico deixou no clube não foi a sua má administração ou as sombras da corrupção, mas sim, a instauração desse pensamento incorreto, desonesto e imoral que ainda deve permanecer por um longo tempo na cabeça de seus seguidores.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Quando eles vão crescer?
Por Fernando Barros
Nessa semana o Arsenal, anunciou a compra do francês Samir Nasri, que que assumia o posto de ídolo do Olympique de Marselha, principalmente após a saída de Ribéry para o Bayern de Munique. No entanto, o que mais chamou a atenção nessa notícia não foi a aquisição de mais uma das maiores promessas do futebol francês ou a quantia que envolveu a transferência (20 milhões de euros, cerca de R$ 50 milhões), mas sim, da insistente política do Arsenal em trazer jogadores jovens e de pouca “rodagem”.
O ‘novo Zidane’, alardearam os mais entusiastas. Não é pra tanto, o gênio francês possuía um futebol que está a anos-luz do que, até então, apresentou o jovem meia. Mas tudo bem, quando a imprensa quer satisfazer uma torcida, consegue plantar as notícias mais fantasiosas. O grande problema é que, mesmo que apresentasse características semelhantes ao ex-craque marselhês, o atleta tem apenas 20 anos. Não, o problema não é a idade especificamente de Nasri, todos querem contratar bons jogadores jovens, o problema é que o Arsenal abusa disso.
Nos últimos anos, essa cena foi mais que corriqueira: a cada Rosicky (jogador experiente) que o Arsenal contratava, vinham três Fàbregas (jovem promessa). Que Arsene Wenger é um ótimo técnico, ninguém duvida, e que ele é ótimo trabalhando com jogadores jovens, também. Mas, com tantos jovens no elenco e pouca “bagagem”, o time fica sempre marcado como aquele que ‘ia chegar lá’. Faz um bom tempo que o Arsenal não levanta o troféu da Premier League (o último foi na temporada 2003/04), e talvez, seja a falta de experiência que esteja faltando para que as promessas amadureçam mais rápido e que essa política de contratações se reverta em bons resultados.
No último Campeonato Inglês, por exemplo, os ‘Gunners’ lideraram por boa parte do tempo, porém, era consenso dentro da imprensa especializada que faltava ‘chegada’ ao time. Na hora do aperto, a quem os jovens iam recorrer. Ao inexpressivo Hleb (que se encontra em negociações como Barcelona)? Ao inconstante Rosicky? Isso só pra citar os pouquíssimos exemplos de jogadores experientes no clube.
Talvez seja a hora do técnico francês olhar para seu passado recente e perceber que quando o clube londrino apostou em jogadores mais experientes (não necessariamente com mais de 32 anos), o clube viveu o melhor período de sua história, passando mais de um ano invicto na Inglaterra e sendo apelidado de ‘Os Invencíveis’. Talvez seja melhor torrar os milhões de euros gastos nas contratações de Nasri, Walcott e Van Persie em atletas que já possuam uma carreira estável. Foi assim quando o clube apostou em Bergkamp, Wiltord e Pires e viveu seus ‘anos dourados’. Talvez não sejam os jovens que precisam ‘crescer’, mas sim a direção, que ainda não percebeu que só trazer promessas,vão conquistar muitos títulos. O longo prazo do Arsenal é extremamente longo, e a torcida já deve ficar impaciente.
quinta-feira, 10 de julho de 2008
O preço de um contrato
Enquete Blogando Bola
O Náutico continuará neste ritmo até o final do Brasileirão?
Não- 100%

quarta-feira, 9 de julho de 2008
Piada
Só pode ser piada! Pelo menos essa foi a sensação que a notícia de mais uma contratação na abertura da janela de transferências da Europa causou. O Zenit, da Rússia, levou a Copa Uefa com méritos. O meia Arshavin foi o destaque do time na vitoriosa campanha e também da última Eurocopa. Porém, os dirigentes da equipe russa parecem ter perdido o bom senso e anunciaram que querem contratar o argentino Lionel Messi, do Barcelona. E, para que a transferência fique mais ‘aceitável’, eles envolveriam o armador russo na negociação, além de 20 milhões de euros.
Só pode ser loucura o que pensaram os dirigentes do Zenit. Tanto dinheiro inserido pela Gazprom (empresa que ‘investe’ no clube de São Petersburgo), deve ter levado à insanidade os cartolas do time russo. Primeiro, Messi é um jogador inegociável (e o Barcelona não o tirou da Argentina com apenas 12 anos, levou sua família e custeou seu tratamento hormonal para entregá-lo de mão beijada aos zilionários russos). Segundo, até parece que o jovem, um dos melhores jogadores do mundo, vai trocar um clube competitivo, e que é uma ótima vitrine ,para se mudar o ascendente Zenit. Terceiro, nem Arshavin e nem esse dinheiro pagariam a transferência do argentino. Além do fato de que ele só tem 21 anos, enquanto o russo já tem 27.
Das duas uma: ou os empresários russos querem valorizar o atleta do Zenit, principalmente após sua ótimas atuações na Euro ’08, ou realmente estão levando isso a sério e sonham que será possível a conclusão dessa transferência. Parece mais uma piada de mau gosto...
A polêmica da vez
Por Fernando Barros
Vez por outra, a imprensa futebolística do Brasil, parece sofrer de falta de assunto. Não é por acaso que ela fica procurando as mias esdrúxulas polêmicas. Pois bem, a polêmica da vez agora é a questão da ‘paradinha’ nas cobranças de pênaltis. Tudo isso porque três gols, na rodada desse final de semana do Brasileirão, saíram dessa maneira.
Não é mais surpreendente ver noticiários esportivos, ou sites e jornais especializados que se preocupam em debater sobre o assunto, como se o mesmo fosse de uma importância fora do comum. Goleiros, artilheiros, juízes, técnicos e até craques do passado estão sendo chamados para dar sua abordagem sobre o tema.
“Essa paradinha que está sendo usada, até mesmo eu já bati um pênalti assim este ano, ela não pode ser usada. Pode diminuir a velocidade, parar um pouco antes, mas a partir do momento que chega à bola não pode parar, tem de efetuar a cobrança”, protestou o ‘reclamão’ de sempre Rogério Ceni. “É tudo contra o goleiro. O goleiro não pode se mexer e o jogador de linha pode fazer paradinha. Seria melhor dar o gol direto então. Falta na área é gol”, exaltou-se o goleiro Clêmer, do Internacional.
O palmeirense Alex Mineiro tornou-se um dos principais personagens na polêmica da "paradinha"
“Eu acho uma coisa bacana. O legal é que a regra permite. É algo diferente daquele negócio de correr para a bola e dar uma porrada. Isso ajuda no espetáculo, é algo bonito”, foi o que disse Muricy Ramalho, técnico do São Paulo. Já o comentarista Renato Marsiglia, discorda: “Em meu juízo, isso prejudica o espírito do fair-play e se transforma em uma covardia contra o goleiro. Tem jogador que chega do lado da bola e finca o pé no chão fingindo que vai bater, mas pára. É diferente do cara que dá a paradinha durante a corrida. Acredito que tem que ser estabelecido um critério para isso”, afirmou Renato.
Apesar de todos os absurdos que são ditos nessa discussão, todos parecem esquecer que a penalidade máxima trata-se de uma infração e, portanto, é mais do que aceitável que o batedor esteja em vantagem. Se fossem diminuídas as opções de cobrança de pênaltis, tirariam não só uma das ‘artimanhas’, como também beneficiaria os infratores, afinal, a falta foi cometida, dentro da área, para que fosse evitada uma jogada que pudesse resultar em gol. Ou seja, o cobrador deve ter todos os privilégios possíveis.
A principal questão da revolta, não são as diferentes opiniões, mas a falta de atenção que é dedicada aos critérios na marcação dos pênaltis. Pois os juízes brasileiros sofrem de um mal que não parece ter fim: caiu na área é pênalti. A discussão sobre a simulação ou não é muito mais pertinente do que discutir os recursos dos batedores. O problema é que, aqui no Brasil, estamos cansados de ver inúmeros artilheiros que se consagram apenas batendo pênaltis.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Dunga: “Estou puto, mas estou tranquilo”
O técnico da seleção brasileira tem um jeito Dunga de explicar como está se sentindo: “Estou puto, mas estou tranquilo”. Em casa na cidade de Porto Alegre, o treinador pensa e repensa tudo o que passou nos últimos dias com a equipe do Brasil. E acha que está sendo pressionado para ceder nas restrições que impôs à imprensa, especialmente à TV Globo.
Em conversa por telefone com o Blog do Boleiro, Dunga explicou porque não utilizou atletas em idade olímpica nos quatro últimos jogos, porque dispensou Kaká, o que achou do desempenho da seleção nas partidas das eliminatórias e também se foi mesmo atropelado pelo presidente da CBF, Ricardo Teixeira, na convocação antecipada de Ronaldinho Gaúcho para a equipe olímpica.
A seguir, a entrevista com Dunga:
Dunga, como você está?
Tranqüilo. Estou puto, mas estou tranqüilo. Sei que querem a minha cabeça porque criei uma zona de desconforto para quem estava acostumado a cobrir a seleção brasileira sem sair de casa. Porque tinham a escalação, o time, as preferências do treinador. Mas isto mudou.
De quem você está falando?
Queira ou não queira, a poderosa manda e os caras que trabalham para ela acham que mandam. Não digo que seja a TV Globo, mas alguns profissionais que trabalham lá e estavam acostumados com privilégios e não têm mais. Lá nos Estados Unidos, vieram pedir para entrevistar um jogador à uma da manhã. Disse não. Eles foram à loucura. Um câmera ficou dizendo que ia falar com A, B ou C, mas falei que não. Não tenho culpa se os caras chegaram atrasados em três dos quatro treinos que dei. Não é meu problema se o cara perdeu a hora passeando no shopping. E eu disse para o cara: “Não vai jogar a responsabilidade em cima de mim”. Depois dizem que o Dunga é carrancudo. Tenho senso de justiça.
As relações entre você e os jornalistas estão estremecidas?
Comigo, os repórteres perguntam tudo e eu respondo tudo. O que fiz foi atender o que 95% da mídia pediu e 100% da população brasileira queria: coloquei ordem, acabei com a festa que foi na Copa do Mundo de 2006. E estou atendendo o que o meu patrão determinou.
Mas a reclamação não é só dos profissionais da Globo.
Veja como são as coisas. Os caras que a vida toda reclamaram dos privilégios de uma emissora, agora se juntam com ela para meter o pau. Quem reclamava das tendas de algumas tevês que cobriam os treinos e faziam entrevistas na hora que queriam, agora tem tratamento igual. Mesmo assim, reclamam. Mas não vou dar nada para ninguém. Mas está tudo dez. Sei que os caras vão fazer leitura labial comigo, mas não mudo de posição. Estou tranqüilo.
Você está na corda bamba?
Já disse. Esta pergunta deve ser feita para o presidente da CBF. Mas, veja bem, quando o Ricardo Teixeira me contratou, ele deixou claro que nossa conversa seria direta, sem interlocutores. Falo direto com ele. E não fazemos nada sem planejamento. O Ricardo recebe relatórios de tudo o que vamos fazer, quem convocamos, porque convocamos, qual o nosso objetivo. Funciona como uma empresa.
Quando você conversou com ele pela última vez?
Ontem à noite, por telefone.
Você sabia da convocação do Ronaldinho Gaúcho para a Olimpíada?
Esta idéia vem amadurecendo na comissão técnica há três meses. Passamos para o presidente Ricardo Teixeira e ele assumiu o encaminhamento dela. A gente teve que deixar o cara bater no fundo para ajudá-lo. Mas eu não podia ir até o jogador, me expor. Por isso, o Ricardo disse: ‘Deixe que eu mesmo falo com ele’. Ele não está machucado. Mas não joga há três meses. Por isso, o Paulo Paixão (preparador físico) vai trabalhar com ele. Agora, o Ronaldinho sabe que vai viajar na classe econômica, junto com o resto do time. E tem que estar disposto a treinar.
O que você pode dizer sobre este caso do Kaká? Você está realmente chateado com ele?
Não estou. Eu quero contar com os melhores. Não sou maluco. Não sou doente. O que eu falei foi o seguinte: ele precisa estar bem para disputar os dois jogos das eliminatórias. O que eu ouvi foi que para o primeiro jogo não dava e talvez desse para o segundo. Aí não seria possível. Ele não está bom para jogar hoje.
Ele disse no programa “Bem Amigos”, no Sport TV, que não gostou muito do jeito como foi cortado.
É mas ele mesmo disse também que jogou machucado em 2006 e não faria isto mais. Mas eu pergunto: por que jogou cinco meses no Milan com o problema no joelho? O que eu ouvi era que ele talvez pudesse, talvez não pudesse jogar os dois jogos. Ou tem ou não tem condições. Ou então chega e diz “eu vou pro pau”. Agora, para impedir o Kaká de ir à Olimpíada, é o Milan que decide. Mas para jogar nas eliminatórias, é o Kaká que decide.
O que houve então, um mal entendido?
Eu sempre digo aos jogadores que eles só podem acreditar naquilo que sai da minha boca. Só vale quando eu falar. Nunca disse que não queria o Kaká ou o Ronaldinho Gaúcho. Quero contar sempre com os melhores. Quero os melhores, em condições de jogar.
Mas o Ronaldinho nem está jogando.
Esta situação é uma exceção, fizemos um planejamento para ele jogar. Para mim, todo mundo é importante, do Júlio César ao Ronaldinho, passando pelo Maicon, Lúcio, Juan, Anderson, todo mundo.
No meio desta situação, a Olimpíada veio para atrapalhar?
Não vai atrapalhar, vai ajudar.
Mas até para este amistoso no Rio você já teve que dispensar dois jogadores.
O Fluminense divulgou quando ia viajar para o Equador? Não. Quando eles pediram a dispensa do Thiago Neves e do Thiago Silva, não me opus. Não vou atrapalhar a vida de ninguém.
Vocês dispensaram o Alex Silva e o Hernanes do São Paulo?
Não. Até porque ninguém falou comigo. Se falassem comigo, dissessem que precisam deles, a gente podia fazer um acordo. Eles jogariam uns 60 minutos no sábado e eu os colocaria para jogar uns 40 minutos no domingo.
Esta má fase que a seleção está passando não pode queimar jogadores como, por exemplo, o Diego?
Eu sempre digo: seleção é pressão. O cara não pode se queimar. Eu dou oportunidade. Veja o caso do Luisão: nos quatro anos antes de eu assumir, ele jogou dois jogos pela seleção. Comigo, em dois anos, já disputou seis. É saber aproveitar. Tem cara que diz que precisa de sequência de jogos. Isso vale para times e não para seleção. Seleção é confiança. O jogador tem que dizer “tenho cinco, dez minutos para jogar e vou dentro”. Viu o Anderson? Como ele entrou contra o Paraguai?
Contra o Paraguai, a seleção não conseguiu parar o contra-ataque e a jogada de bola parada.
Isso é o mesmo que dizer que a Itália joga no contra-ataque. Todo mundo sabe disso. A gente sabia que o Paraguai tem essa característica. Mas sofremos dois gols em falhas que acontecem no jogo. Contra a Argentina, sabíamos que dos oito gols que eles tinham marcado nas Eliminatórias, seis foram em jogadas de bola parada. No Mineirão, eles repetiram estas jogadas várias vezes. O que aconteceu? Nada. O time melhorou. Comparando com os argentinos, eles somaram dois pontos e nós um nestes dois últimos jogos.
O Brasil não jogou mal?
Contra a Venezuela, jogou mal mesmo. Contra o Paraguai não fomos bem. Mas contra a Argentina, o time melhorou. A gente queria ganhar o jogo, mas enfrentamos a Argentina.
Por que você não aproveitou os amistosos nos EUA (contra Canadá e Venezuela) para testar jogadores em idade olímpica?
É outra crítica que fazem sem saber que planejamos tudo, pensamos antes de tomar decisões. Para as eliminatórias, os jogadores estavam no final de temporada, 15 dias parados. Se coloco um time olímpico, eles iam ficar mais 15 dias. Como o time poderia ir bem nas eliminatórias? Assumimos um risco calculado. Se a gente tivesse certeza seria melhor.
Você está se sentindo pressionado?
Não pela CBF. Sei que os caras querem me botar contra a parede para que eu ceda. Mas não vou mudar. Já me reuni com eles, eles falam que tem os melhores profissionais, os melhores equipamentos, mas isso não muda nada do que me propus fazer na seleção. Queriam seriedade e temos seriedade.
Os jogadores entendem isso?
O grupo é muito responsável. Temos alguns atletas experientes como o Gilberto Silva, Gilberto, Lúcio e Juan que orientam os mais novos. Eles sabem que só quero que eles tenham responsabilidade. Trato os caras com o maior respeito. O próprio grupo puxa quem está se desviando um pouco. É uma tarefa importante jogar pelo Brasil. A situação do país requer algumas mudanças. Tenho a oportunidade de mudar esse aspecto. Ninguém leva vantagem aqui. Para mim, o que vem primeiro é a seleção brasileira.
Você teme ser demitido?
Sou bem sucedido na vida. O que tenho dá para viver. Sempre digo que Deus me deu um dom, que é o de jogar bola, e eu acrescentei algumas coisas. Eu estou na seleção porque sempre achei que seleção não é escolha, é missão. Para mim, primeiro é o trabalho e não o emprego. Mas estou tranqüilo. Aquilo que me propus a fazer, renovação e o fim das mordomias de alguns setores da mídia, estou fazendo.
Enquete Blogando Bola
Com a classificação à Libertadores assegurada, o Sport terá motivação para a disputa do Brasileirão?
Não-20%

Meu caro Robinho
Afinal, Robinho, depois do drible famoso na partida com o Equador, você passou a atender ao telefone fazendo uma pergunta: “Quem é o melhor do mundo, quem?”. E sorria depois de as pessoas responderem “Robinho”. Ou torcia o nariz quando alguém respondia “Kaká”. Normal você se achar o melhor. Quem mais acharia?
Pena que o título de rei de futebol esteja apenas em seu espelho... Quer saber, Robinho? Aqui lhe escreve alguém que acha você foda! Um craque de verdade, que tinha tudo para passar o Ronaldinho Gaúcho quando chegou à Espanha (escrevi isso para o Diário Marca na época...)
Você joga muito. Mas deslumbrou... O personagem ficou maior que o jogador. A badalação do Real Madrid engoliu você.
Fico imaginando como deve ser dura esta eventual ruptura com o Real. Você se achava o máximo, no topo do mundo, camisa 10 do clube-show do futebol mundial. O rosto de um time mais acostumado às badalações do que às taças. Normal que neste contexto você tenha pegado mais gosto pelas badalações que pelas taças também. O Real treina só de manhã, né... À tarde é ganhar dinheiro com os tais “compromissos comerciais”. E viver a vida. Um vidão!
Mas de repente o clube quer trocá-lo pelo jogador que hoje é tudo aquilo o que você gostaria de ser...
Quer um conselho? Não faça biquinho. Vá para o Manchester feliz. Vá trabalhar com Sr. Alex Ferguson. Vá para um clube sério de verdade, ralar para voltar a ser o craque que você era no Santos. Você era bem melhor aqui no Brasil, Robinho, antes de virar um deslumbrado.
Boto fé no seu futebol, meu caro, de verdade. Alguém que jogou tudo aquilo de 2002 a 2005 tem mais que o direito de querer ser o maior do mundo: tem o dever. “Ah, mas era no Campeonato Brasileiro”, dirão alguns. Na média, o Brasileirão tem melhor nível que o Espanhol e você sabe bem disso.
Você pode ser o melhor do mundo, sim. Mas não no Real Madrid. Ele não fez bem para o seu futebol. Você regrediu. No Manchester, talvez o time mais ofensivo do mundo, você pode compor um trio sensacional com Tevez e Rooney (vai ter que ganhar a posição, pois chegará como reserva). É capaz até de fazer os ingleses esqueceram Cristiano Ronaldo. Aceite este desafio de peito aberto e com humildade. Faz bem para qualquer pessoa descer um degrau de vez em quando, ver que não é tudo aquilo que acha que é. Volte a sujar o calção, treine pra valer.
A Espanha é um país extraordinário para se viver, as espanholas são uma coisa e as baladas de Madrid, inigualáveis. Mas o futebol de verdade, veja o Felipão, hoje em dia está na Inglaterra. Vença lá. E será, enfim, o grande craque que você acha que já é.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Você acredita nos Perrellas?
Em 2003, o clube já conquistara a Copa do Brasil e o Mineiro quando vendeu Deivid, o principal atacante, para o Bordeaux. A sorte é que chegou Márcio Nobre e Alex conseguiu segurar a onda.
No ano seguinte, os Perrellas venderam simplesmente Fred, melhor centroavante do país na época, no momento em que o clube se apresentava como candidato ao título, além de Athirson, titular e em boa fase. Em 2006, foi a vez de Wagner, então o melhor jogador do time, ser vendido. Gil, Fábio Santos e Edu Dracena, capitão do time, seguiram também para a Europa. Por fim, em 2007, Araújo saiu para engordar os cofres, juntamente com o jovem Luizão e Rômulo, então em baixa.
Você acredita nos Perrellas?
quarta-feira, 18 de junho de 2008
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Problemas
O Brasil não conseguiu marcar um gol no Paraguai com dez jogadores. Não é só isso, já que a zaga guarani poderia ter tido um dia espetacular. O problema é que em nenhum momento o Brasil deu mostras de que tinha alguma idéia sobre o que fazer para chegar ao gol. Pareceu, durante toda a partida, o Corinthians de 2007.
Não se trata mais de gostar de Dunga ou não: é evidente que o ex-volante não é técnico. É evidente que sua presença ou não no banco não muda nada. É evidente que, se chegarmos à Copa do Mundo, vamos, de novo, depender do talento de alguns craques se sobressair à burrice e incompetência de nossos dirigentes.
Torço para que Dunga fique. O vexame tende a ser tão grande que é provável que respingue em Ricardo Teixeira.
Em tempo: não é impossível que, com a mesma escalação, o Brasil goleie a Argentina no Mineirão. O que é impossível é que alguém possa levar a sério a possibilidade de que Dunga tenha qualquer mérito se isso acontecer.
domingo, 15 de junho de 2008
Seleção do Paraguai
Por Brenno Costa

sexta-feira, 13 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
O 'pênalti' em Acosta
Postagem escrita por Juca Kfouri no blog da Uol
Escrevi ontem que aparentemente houve pênalti de Magrão em Acosta.
Fosse eu o árbitro e teria marcado a falta.
E hoje estaria arrependido...
Depois de ver o lance dezenas de vezes, calmamente, de todos os ângulos com as imagens da Globo e da Band, conclui que não houve o toque no atacante corintiano.
E comparar o lance ao de Fábio Costa em Tinga, em 2005, só pode ser brincadeira.
Caros corintianos, aprendamos todos a perder.
A vitória do Sport foi incontestável e seria mesmo se o pênalti tivesse acontecido.
Até porque não só não há garantia de que o pênalti viraria gol como, também, é bom não esquecer de um gol que nasceu de uma falta corintiana no jogo do Morumbi.
Lance corriqueiro, aliás, como seria a marcação do pênalti.
Seria errada, mas não seria um "roubo", tanto que Arnaldo César Coelho (como eu) achou que foi e Renato Marsiglia achou que não foi.
Um é carioca, o outro é gaúcho, e estão pouco se lixando para o Sport ou para o Corinthians.
Dói menos, eu garanto.
Repito: aprendamos a perder.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Enquete Blogando Bola
Quem é o maior culpado no incidente do jogo entre Náutico e Botafogo?
Militar, André Luís e arbitragem. Todos esses podem ser culpados pelo incidente nos Aflitos, menos o Náutico. quinta-feira, 5 de junho de 2008
A ética passa longe
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Sport chega na final com campanha melhor do que em 89
Nesta Copa do Brasil, o Sport se mostrou arrasador jogando dentro de casa. Até o momento, foram disputados dez jogos, com sete vitórias, um empate e duas derrotas. Isso resulta em um aproveitamento de 66,7%. Das sete vezes em que saiu vencedor, o Leão estava jogando no seu domínio em seis. Além disso, dos 21 gols marcados na competição, 17 foram feitos na Ilha do Retiro.
Já em 1989, a situação foi um pouco pior. As partidas do Sport foram marcadas pelo baixo índice de gols. Em dez jogos, o Rubro-negro fez oito gols e sofreu seis. Além disso, o time teve um aproveitamento de 50%, com quatro vitórias, três empates e três derrotas.
terça-feira, 3 de junho de 2008
Enquete Blogando Bola
O Náutico acertou ao contratar Leandro Machado para técnico?
Sim- 78%
Não- 22%
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Torcedor como qualquer outro
Por Brenno Costa
Ao contrário do que muitos pensam, os cronistas esportivos têm seus times de coração. Afinal, para gostar e entender de futebol é necessário acompanhá-lo antes de ser tornar um profissional e, para isso, nada mais natural do que ter um time de coração.
A Revista Vip mostra quais os times dos jornalistas esportivos mais conhecidos:
TV Globo
Galvão Bueno – Flamengo
Cléber Machado – Santos
Luís Roberto – São Paulo
Mauro Naves – Corinthians
Sérgio Noronha – Vasco
TV Bandeirantes
Nivaldo Prieto – Palmeiras
Luciano do Valle – Ponte Preta
Mauro Beting – Palmeiras
Milton Neves – Santos
SporTV
Luis Carlos Jr. – Fluminense
Milton Leite – Corinthians
Paulo César Vasconcelos – Botafogo
Alex Escobar – América-RJ
Renato Maurício Prado – Flamengo
Marcelo Barreto – Flamengo
Alberto Helena Jr. – São Paulo
José Roberto Wright – Fluminense
ESPN Brasil
José Trajano – América-RJ
Paulo Vinícius Coelho – Palmeiras
Mauro César Pereira – Flamengo
Paulo Calçade – Corinthians
Antero Grecco – Palmeiras
Sílvio Lancellotti – Corinthians
Soninha – Palmeiras
André Plihal – São Paulo
João Palomino – São Paulo
Paulo Amigão Soares – São Paulo
Fernando Calazans – Flamengo
Juca Kfouri – Corinthians
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Novo atacante na Ilha?
Rico aparece na foto ao lado de Luís Fabiano e Carlos Alberto
Marcelinho monta centro para receber seleções na Copa de 2014
Matéria escrita por Renan Prates para o site Pelé.net

quinta-feira, 29 de maio de 2008
Só o Corinthians está na final?
Por Brenno Costa
Decisão obriga TV a transmitir futebol para o Mato Grosso
A Justiça de Mato Grosso concedeu liminar que obriga a "TV Globo" a transmitir jogos de futebol ao vivo nas noites de quarta-feira para o Estado. A decisão atendeu a pedido da Defensoria Pública do Estado, que acionou a emissora pela exclusão das partidas do meio de semana da grade de programação.
A mudança foi feita após a entrada em vigor, em 8 de abril, das regras de classificação indicativa do Ministério da Justiça.
Mato Grosso tem uma hora a menos em relação ao horário de Brasília. Para exibir sua principal novela no horário estabelecido pelo órgão (21h), a emissora teve que avançar sobre a faixa destinada ao futebol. Em compensação, vem exibindo um compacto dos jogos após o último telejornal da noite.
Em sua decisão, o juiz Gonçalo Barros Neto negou que a ordem seja intromissão estatal na autonomia das emissoras."As requeridas [Rede Globo e TV Centro América, afiliada em MT] não podem fugir do compromisso que assinaram nas respectivas concessões, pois é de dever que observem o interesse público, tornando-se não-razoável o impedimento a que milhares de mato-grossenses terão com a não-vinculação de imagens ao vivo dos jogos de futebol, o qual, como frisado, é inconteste manifestação cultural do povo brasileiro", disse o juiz, que fixou multa de R$100 mil por jogo não transmitido.
Para os defensores do núcleo de Direitos Coletivos, autores da ação, a mudança privou os telespectadores mato-grossenses de um "patrimônio cultural do país". Apontaram ainda "tratamento diferenciado" por parte da emissora.
O juiz afirmou na decisão não ter dúvida da importância cultural do futebol no país."É tão importante para os brasileiros que já foi, no passado, utilizado politicamente como lenitivo [conforto] após notícias televisivas a trazer tristezas, como as da economia, do aumento de impostos, da gasolina e até do fechamento de um dos poderes da República."
A reportagem procurou a afiliada da TV Globo em Mato Grosso para comentar a decisão, mas foi informada de que apenas um dos diretores, que estava em viagem, poderia falar a respeito do assunto.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Besta é ele!
Do "alto de sua ingenuidade", Mano já começa a pressionar a arbitragem
Porém, o treinador do Alvinegro já começou a dar declarações sobre a arbitragem, desta quarta-feira, para fazer aquela famosa pressão.
Enquete Blogando Bola
Botafogo- 10%
Corinthians- 32%
Sport- 52%
Vasco- 6%

Obrigado pela grande participação e continue de olho no Blogando Bola.
Depressão pós-trauma
Matéria escrita por Dassler Marques para o site da Revista Trivela
São Paulo e Santos, neste domingo, sofreram isso na pele e colheram resultados ruins. Não é exatamente novidade. Em 2007, o Internacional, além da dupla San-São, já havia passado por situação semelhante. Quando o Colorado despertou, porém, já era tarde.
No Mineirão, o Santos até conseguiu equilibrar alguma coisa no primeiro tempo contra o Cruzeiro. Teve duas boas chances, mas perdeu pela lentidão de sua zaga. A Raposa foi mais esperta e com muitas infiltrações e contra-ataques, poderia até ter vencido por um placar mais dilatado. O segundo tempo santista foi horroroso e a desmotivação apareceu a partir dali.
Em casa, o São Paulo foi a mesma equipe gelada, tal qual havia sido após cair diante do Grêmio nas oitavas da Libertadores passada. Pouco público, pouca inspiração, e apenas um empate contra o Coritiba, que ainda teve um pênalti não marcado a seu favor.
O primeiro efeito das eliminações foi colocar pressão sobre seus treinadores. Muricy Ramalho, que já não é unanimidade no Morumbi até quando vence, recebeu surpreendente apoio de quem não costuma lhe elogiar publicamente. Emerson Leão, principalmente após perder para o Cruzeiro, começa a ouvir críticas. Estas, para ambos, porém, são injustas, de modo geral.
Muricy Ramalho até pode ser criticado por algumas coisas. O São Paulo cria pouco, não prende a bola na frente, não tem um meia que pense o jogo. O treinador tem culpa por isso quando escala jogadores como Leandro, Éder Luís e Hugo na função. O tricolor, há tempos, é uma equipe com enfoque físico, muita marcação e bola aérea. E só.
Emerson Leão vai bem na Vila Belmiro, como em suas passagens anteriores. Faz o que pode com um elenco fraco em relação ao que teve o Peixe nos últimos anos. As críticas, então, devem se voltar para a direção, que pouco se mexe para dar mais material ao treinador. Se ele trabalha bem, logo, merece mais recursos.
No próximo domingo, Santos e São Paulo fazem clássico na Vila Belmiro. Eis, então, a chance de uma das equipes vencer um jogo importante e reencontrar o foco para uma Série A muito longa, mas que não perdoa irregularidade. Da forma que vem se mostrando equilibrado, o campeonato deve punir, ao final, quem perdeu pontos tolos.
Assim, então, melhor para Cruzeiro e Flamengo. Mesmo caindo na Libertadores de forma decepcionante, ambos não hesitaram e já despontam na liderança do Brasileiro. Equipes fortes, com bons elencos e treinadores competentes. Se São Paulo e Santos dormirem muito no ponto, chorando as mágoas pela eliminação continental, quando acordarem pode ser tarde.
sábado, 24 de maio de 2008
Romerito: o patinho feio que virou ídolo no Sport
Matéria escrita por Lucas Fitipaldi para o site Pelé.net








