Há algum tempo, paira no ar a seguinte pergunta: por que a Seleção Canarinha tem batido asas e voado pra bem longe quando joga amistosos? Só para lembrar, o último jogo do Brasil, em solo nacional, aconteceu no dia 12 de outubro de 2005, no Estádio do Mangueirão, em Belém. A partida foi válida pelas eliminatórias para a Copa do Mundo da Alemanha.
Sabe-se que quando o assunto é futebol, o dinheiro é fator determinante em vários aspectos, inclusive na hora de escolher o local de um amistoso. Sem falar nas equipes escolhidas para jogar contra o Brasil.
Essa soberania monetária, no futebol, pode se apresentar, dentre outras formas, como patrocínio. São exatamente os patrocinadores que determinam os caminhos da Seleção, na maioria dos aspectos.
Nem é preciso dizer o quanto isso é prejudicial à Seleção e ao torcedor brasileiro, que já tem demonstrado antipatia pelo fato do Brasil só ter disputado amistosos fora do país nos últimos tempos.
Para lembrar um episódio ainda fresco na memória do torcedor, o técnico Parreira deixou de preparar, em território nacional, a equipe que iria disputar o mundial da Alemanha, para realizar o processo de preparação na Suíça. O selecionado passou toda a preparação como se estivesse à venda, exibindo-se em momentos que mais pareciam um ‘Big Brother Futebolístico’. Exibição que em nada lembrava uma seleção fazendo sua preparação para uma Copa. O desfecho da história? Trágico.
Sabe-se que quando o assunto é futebol, o dinheiro é fator determinante em vários aspectos, inclusive na hora de escolher o local de um amistoso. Sem falar nas equipes escolhidas para jogar contra o Brasil.
Essa soberania monetária, no futebol, pode se apresentar, dentre outras formas, como patrocínio. São exatamente os patrocinadores que determinam os caminhos da Seleção, na maioria dos aspectos.
Nem é preciso dizer o quanto isso é prejudicial à Seleção e ao torcedor brasileiro, que já tem demonstrado antipatia pelo fato do Brasil só ter disputado amistosos fora do país nos últimos tempos.
Para lembrar um episódio ainda fresco na memória do torcedor, o técnico Parreira deixou de preparar, em território nacional, a equipe que iria disputar o mundial da Alemanha, para realizar o processo de preparação na Suíça. O selecionado passou toda a preparação como se estivesse à venda, exibindo-se em momentos que mais pareciam um ‘Big Brother Futebolístico’. Exibição que em nada lembrava uma seleção fazendo sua preparação para uma Copa. O desfecho da história? Trágico.
Mas não bastou esse fato, talvez o mais triste exemplo, para demonstrar o quanto à interferência dos patrocinadores pode ser prejudicial à reputação da Seleção Brasileira. O erro persiste, agora, como parâmetro de escolha de adversários e de palcos de exibição para o Brasil. Não importa. Basta fazer o roteiro, que os mochileiros do técnico Dunga botam o pé na estrada.
Por Deijenanne Gomes
Colaboradora da Equipe BlogandoBola

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